05/11/2018 16h14 - Atualizado em 05/11/2018 16h15

Alunos da Apae tem oficina de música como terapia no Cepib


Alunos da Apae tem oficinal de música como terapia no Cepib

A música como terapia e uma ferramenta de socialização e desenvolvimento humano. Com esta premissa a administração municipal de Pejuçara, através da Smec e do Centro Educacional Professora Iara Bergoli(Cepib) vem ministrando semanalmente oficinas de música para os alunos da Associação dos Amigos dos Excepcionais(Apae) de Pejuçara.

A professora Silvia Tanaura Belles da Cruz, coordenadora do Cepib, lembra que a Sala de Música do Centro Educacional está sempre cheia nas aulas e que os alunos da Apae tem dado respostas muito positivas ao aprendizado.

O professor Rodrigo Martins que ministra as aulas, diz que além de ser uma terapia, a musicalidade é uma porta aberta para socializar cada vez mais não só estas pessoas que tem algum tipo de dificuldade a mais, mas também os demais integrantes da sociedade. De acordo com ele, o objetivo das oficinas de música é fazer com que os alunos da Apae experimentem aquilo que antes só visualizavam sem a possibilidade de ter acesso.

Alunos da Apae tem oficinal de música como terapia no Cepib

Rodrigo Martins destaca que apesar das limitações há alunos que se sobressaem e tem melhor desenvolvimento de coordenação motora, raciocínio e de sentidos que poderiam estar adormecidos por que ainda não haviam sido trabalhados.  “Deixar este público específico mais perto da cultura, aprender sobre música, fazer com que eles tenham a própria experiência de tirar o som do instrumento da maneira deles fazendo com que se interessem cada vez mais pela música é muito gratificante”, frisou.

Nas oficinas de música os alunos da Apae experimentam a experiência de tocar um instrumento, aprendem como ele funciona e arriscam o próprio som, o que contribui para o seu desenvolvimento e socialização com o mundo externo. “Que bom que, através da administração municipal de Pejuçara a gente está podendo proporcionar a estes alunos essa experiência que para eles sem dúvida é muito significativa”, concluiu o professor Rodrigo.

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